Depois da capoeira atordoante no espaço da janela encurtada, veio o ponto final das estrelas que moram no castiçal de pedras tontas. Quando você lavar suas mãos com as águas mais límpidas da estação de Gongos, não haverá mais como saber o final de quem cresceu. Claro que tem-que se esperar de tudo um pouco, mas a bebida é tão doce que tudo toma a forma do sentir, bem no fundo do antagonismo humano, que desnorteia o jeito de gritar dentro dos ecos fúnebres da clareira de uma framboesa.
Depois de tanto tempo num espasmo de concebimento do que pode haver do lado de fora, seus ouvidos não se deixam permanecerem adormecidos, porque o horário te priva da abstenção do não-saber nada do que poderia buscar naquele exato instante. Deixe-o ir e me permita viver como se não fosse buscar algo que a qualquer momento pode explodir. Todo ruído é um solavanco, um espasmo que rui no fundo das costelas ensanguentadas, rasgando toda a extensão do intestino e delga-se do que é mais tortuoso no caminho de fundares escurecidos.
Quase te perco de maionese estrondosa, mal sabida que feita sob a encomenda das galáxias, mais quitandas, cara de lagosta, mais entorpecente, do que o fim da alegria do ego, porque disso todos sabem, que um espasmo pode corromper a alma de quem o sente. Talvez nada mais que a astúcia de uma megera, todo o mais que dói na doença de quem a sente. Ruir, constipar, prender, dolorir, bolor, todos os novos dos gases endossam a futilidade da atmosfera, que roda ao contragosto dos aviões.
Foi e veio num torpor desgovernado, a cabeça mais alta que o cair da lesma, mas às vezes nem tudo flui como deve-se dizer, como deveria ter sido, mesmo depois do antes-feito, claro que sim. Imagina só, uma coisa que percorre todas as suas mucosas e encontra com cada parte visível do seu corpo, até adentrar o invisível e modificar cada célula, cada partícula, cada coisa que faz a sua conexão com o Eu Superior rugir do mais profundo átomo de dentro-peito, que brada sem sangrar.
Neste instante-que já o faz desgostoso tudo que escorre a fluidez do tempo, do cerebral se desmitifica, nada felicita. Parar como se não houvesse o ontem, porque isso aqui, como o agora diz, já é o motivo da lombriga rasgar todas as vértebras das suas costelas. Deixe estar por fim no que mais tange a destruição do ardor de uma caneleira, com ondas de pó avermelhado e sabor adocicado. Finde-se para o fim do buraco mais estoico da bondade.
