Sempre existem soluções para as coisas, né? Eu estou com um incômodo no palatino, na úvula, garganta, não sei. Pesquisei por alto e descobri o termo “uvulite”. Não queria comprar um spray anestésico por ser caro, ia me medicar com dipirona. Fui na farmácia que é do lado da academia, antes de ir treinar.
No fim, pedi sugestão do farmacêutico em alguma solução pra esses sintomas. Ele me recomendou uma pastilha. Cara, que futuro. A gente conhece muito pouco do mundo mesmo, até sendo o óbvio. Não sabia dessas pastilhas e dessa acessibilidade, ainda mais pros meus sintomas leves. Ela tem ação anti-inflamatória, analgésica e anestésica. Custou R$ 13,00 doze pastilhas. Comprei o dipirona também. Tudo certo. Foi ótimo hoje.
Inclusive no treino tive outro aprendizado: buscar outras formas de fazer um movimento quando não se sabe bem. Eu não estava com equilíbrio pro novo exercício de bíceps no haltere unilateral. Começando de baixo pra cima ao invés de cima pra baixo se torna mais fácil pra mim. Descobri isso pedindo ajuda, mas as perguntas certas também colaboram. Ficou mais fácil do que da primeira vez.
Essa semana notei que a respiração correta no treino também é terapêutico demais! Eu buscava respirar certo nos exercícios, mas era muito mecânico. Agora eu presto atenção na minha respiração. Me imagino como uma bomba de ar: quando o exercício alonga — puxo o ar; quando contrai — solto o ar. Também vi uns vídeos e alguns posts no insta aqui e ali sobre treino, Prestar atenção enquanto esmaga o músculo é essencial também. Conciliar a respiração com a noção da musculatura imagino ser infalível.
Enfim, tudo é aprendizado e sempre aprenderemos 🙂